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Perfume de menina

O frasco em formato de granada de mão do perfume Flowerbomb by Viktor & Rolf.
O Flowerbomb é considerado como o novo Angel. Talvez o mais interessante sobre Flowerbomb seja o fato de ele ser um perfume relativamente convencional e adocicado, que tem o mérito de fazer um estardalhaço na hora em que surge. Aplique a fera na pele e em cerca de 15 minutos você vai sentir uma fragrância totalmente domesticada no lugar.

Até agora, Infusion de Tubereuse é o perfume mais interessante dos dois, pois se vale da abordagem cristalina e minimalista da Prada em uma matéria-prima densa e feroz. A tuberosa, uma flor tropical branca, é como um creme de mil calorias e que tem uma força exoticamente doce, quase violenta. A fragrância-referência da tuberosa, Fracas, de Robert Piguet (criada, entretanto, por Germaine Cellier em 1948), é um trabalho concretista. Sua beleza está em sua agressão, e ao mesmo tempo em que Fracas é belíssimo, ele não tem nada de sutil.


Very Hollywood Michael Kors. O líquido foi criado pelos perfumistas Laurent LeGuernec e Pascal Gaurin. Liong The, Evelyn Lauder e Trudi Loren fizeram a direção criativa. O vidro, que parece ter sido arrancado das garras trêmulas de Jacqueline Susann logo depois que o "Vale das Bonecas" foi indicado ao Oscar, foi criado por Chad Lavigne, em um estilo que só pode ser descrito (se é que ele pode ser descrito) como "Norma Shearer e Le Corbusier tiveram uma filha e ela virou a Barbie."
"Em um bangalô no hotel Beverly Hills, ela se prepara para sua noite em Hollywood. Vestido longo, saltos, um anel excepcional, cílios postiços e uma borrifada de Very Hollywood Michael Kors. O toque final glamuroso. Ela está pronta para o tapete vermelho. Ela é Muito Hollywood. Fabulosa-Hollywood. Radiante-Hollywood."


 A primavera está no ar. Entre as modas atuais, frutados neon são bacanas – e muito difíceis de construir. As perfumistas Calice Becker e Yann Vasnier realizaram um bom trabalho para Marc Jacobs. Ele é sedutor e interessante, com um toque azedo para equilibrar com sua doçura.



Diferentemente de Pure White Linen, que transcende seu progenitor, Pleasures Bloom parece ter sido projetado para aproveitar uma reputação conquistada a duras penas e capitalizada comercialmente do sucesso de Pleasures. Tecnicamente falando, Bloom é um perfume bem realizado, com difusão, fixação e estrutura sólidas. É direcionado para determinada fatia demográfica – o que fica óbvio instantaneamente na primeira vez em que sentirmos seu cheiro – que está entre os 16 e os 20 e poucos anos. E, em teoria, não há nada de errado nisso.



Beijus

1 comentários:

Viaggio Mondo - assessoria comunicação disse...

Olá!

Seu blog é muito bom, adorei!

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