Cirque du Soleil tem pela primeira vez brasileira em direção de espetáculo
Coreógrafa carioca Deborah Colker, de 47 anos, comanda 53 artistas.O tema do 25º espetáculo do grupo é o mundo dos insetos.
O Cirque du Soleil, criado em 1984, revolucionou e modernizou o circo. Mas a ginga diferente e o ritmo animado, um pouco a cara do Brasil, veio pelas mãos da diretora e coreógrafa brasileira Deborah Colker. A foto dela é destaque na entrada do quartel-general do grupo, em Montreal , no Canadá.
"Estou feliz, orgulhosa, vibrante. É difícil, estou exausta, mas é super bacana”, diz ela. Deborah desembarcou no circo há dois anos com uma missão inédita: pela primeira vez, um brasileiro comanda um espetáculo da maior companhia de circo do mundo. Não só isso: é a primeira vez que uma mulher assume a direção.
Coreógrafa carioca Deborah Colker, de 47 anos, comanda 53 artistas.O tema do 25º espetáculo do grupo é o mundo dos insetos.
O Cirque du Soleil, criado em 1984, revolucionou e modernizou o circo. Mas a ginga diferente e o ritmo animado, um pouco a cara do Brasil, veio pelas mãos da diretora e coreógrafa brasileira Deborah Colker. A foto dela é destaque na entrada do quartel-general do grupo, em Montreal , no Canadá.
"Estou feliz, orgulhosa, vibrante. É difícil, estou exausta, mas é super bacana”, diz ela. Deborah desembarcou no circo há dois anos com uma missão inédita: pela primeira vez, um brasileiro comanda um espetáculo da maior companhia de circo do mundo. Não só isso: é a primeira vez que uma mulher assume a direção.
O tema do 25º espetáculo do Cirque Du Soleil é o mundo dos insetos. Deborah escolheu para título a palavra "ovo", em português. "Ovo quer dizer o ciclo da natureza que nunca para, a vida acaba para começar de novo”. A superprodução de R$ 88 milhões é um mergulho na comunidade dos insetos para contar uma história de amor entre uma joaninha e um mosquito.
Zeca Padilha, acrobata gaúcho, único brasileiro selecionado para o elenco, diz que todo o grupo enfrentou um desafio. "Imagina um ser humano tentar se adaptar aos movimentos de um inseto, essa foi a maior dificuldade para todo mundo.”
Zeca Padilha, acrobata gaúcho, único brasileiro selecionado para o elenco, diz que todo o grupo enfrentou um desafio. "Imagina um ser humano tentar se adaptar aos movimentos de um inseto, essa foi a maior dificuldade para todo mundo.”




